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Fibromialgia - Saiba mais sobre a doença da Lady Gaga

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Fibromialgia - Saiba mais sobre a doença da Lady Gaga

Saiba mais sobre a fibromialgia, doença crônica que ataca principalmente as mulheres, e que afastou a Lady Gaga do Rock in Rio!

A cantora Lady Gaga deixou seus fãs inconsolados depois de cancelar sua apresentação no Rock in Rio. O motivo do cancelamento é uma condição física: um dia antes do anúncio, ela revelara que sofre de fibromialgia, uma doença que causa dor e sensibilidade no corpo todo.


A assessoria da artista informou que ela não poderia se apresentar no Rock in Rio porque está sofrendo de dor física severa e está sob cuidados médicos.

A primeira vez que ela falou sobre viver com dor crônica foi em 2013, mas até agora ela ainda não havia revelado a causa.
"Quero ajudar a aumentar a conscientização sobre esse tema e conectar as pessoas que tem fibromialgia", disse a cantora no Twitter. O tuíte fez várias pessoas compartilharem suas histórias sobre a doença nas redes sociais.  
Mas o que é, afinal, a fibromialgia? 

Dor sem causa e sem cura 
Muitos pacientes com a doença levam anos até receber um diagnóstico, já que os resultados dos exames médicos parecem estar normais, e os médicos não sabem explicar de onde vem a dor.
Não se sabe qual é a causa exata da fibromialgia, mas se sabe que afeta sete vezes mais mulheres do que homens.  
Além da dor, quem sofre da doença também pode sentir rigidez muscular, fadiga, maior sensibilidade, dores de cabeça e dificuldades para dormir, segundo o serviço britânico de saúde pública (NHS, na sigla em inglês).

Outros possíveis sintomas são problemas de memória e de concentração, bem como síndrome do intestino irritado, uma condição que provoca dor de estômago e inchaço.

Segundo o NHS, acredita-se que essa doença está relacionada a níveis anormais de certas substâncias químicas no cérebro e com mudanças na forma como o sistema nervoso central - que inclui o cérebro, a medula espinhal e os nervos - processa a informação sobre a dor.

Também há sugestões de que algumas pessoas podem ter uma maior predisposição a ter fibromialgia por causa de sua herança genética. Os genes poderiam fazer uma pessoa reagir intensamente a coisas que outras pessoas não achariam tão dolorido.

A condição geralmente aparece entre as idades de 30 e 50 anos, mas pode surgir em qualquer momento da vida, inclusive em crianças e idosos.

Não se sabe exatamente quantas pessoas são afetadas porque a fibromialgia pode ser uma condição difícil de diagnosticar. Não há um exame específico para a condição e os sintomas podem ser parecidos com uma série de outros problemas de saúde.

Por outro lado, em muitos casos a doença parece ser desencadeada em uma situação de estresse físico ou emocional, como uma lesão, acidente ou operação, assim como dar à luz, um término ou a perda de um ente querido.

Ainda que atualmente não exista uma cura, há tratamentos que podem aliviar alguns dos sintomas para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

No passado, Lady Gaga compartilhou através das redes sociais alguns dos truques que usa para suportar a dor crônica, ainda que a própria artista tenha recomendado consultar um médico antes de adotar qualquer método.

O NHS afirma que os tratamentos para os sintomas da fibromialgia podem ser uma combinação de medicamentos, como antidepressivos e analgésicos, terapias cognitivo-comportamentais e mudanças no estilo de vida, como exercícios físicos e técnicas de relaxamento.
Muitos pacientes com fibromialgia sentem que fazer exercício lhes trouxe muitos benefícios em particular, entre eles a redução da dor.

Fonte: BBC Brasil


Tuberculose - Doença difícil de falar, mais muito importante


Tuberculose - Hoje, como sempre, um assunto que assusta pelo tema, mais que infelizmente tem sido muito relutado no Brasil. Por isto os casos estão aumentando!

Doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK), que afeta principalmente os pulmões, mas, também podem ocorrer em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).

Como ocorre a transmissão da tuberculose

A tuberculose é transmitida por via aérea em praticamente a totalidade dos casos. A infecção ocorre a partir da inalação de gotículas contendo bacilos expelidos pela tosse, fala ou espirro do doente com tuberculose ativa de vias respiratórias.



Primoinfecção Tuberculosa

Quando uma pessoa inala as gotículas contendo os bacilos de Koch, muitas delas ficam no trato respiratório superior (garganta e nariz), onde a infecção é improvável de acontecer. Contudo, quando os bacilos atingem os alvéolos, eles ocasionam uma rápida resposta inflamatória, envolvendo células de defesa. Caso ocorra falha neste mecanismo, os bacilos começam a se multiplicar.
A primoinfecção tuberculosa, sem doença, significa que os bacilos estão no corpo da pessoa, mas o sistema imunológico os está mantendo sob controle.

Tuberculose primária
Em 5 % dos casos, entretanto a primoinfecção não é contida, seja pela deficiência no desenvolvimento da imunidade celular, seja pela carga infectante ou pela virulência do bacilo. A tuberculose resultante da progressão do complexo primário e que se desenvolve nos primeiros cinco anos após a primoinfecção denomina-se Tuberculose primária.
As formas de tuberculose primária podem ser: ganglionares, pulmonares e miliar que comprometem não apenas os pulmões, mas muitos órgãos como rins, cérebro, meninges, glândula supra-renal e ossos, resultantes da disseminação linfohematogênica do bacilo. Por contigüidade, ocorrem as formas pleural (pulmão), pericárdica (gânglios mediastinais) e peritonial (gânglios mesentéricos).

Tuberculose pós-primária 
Uma vez infectada, a pessoa pode desenvolver tuberculose doença em qualquer fase da vida. Isto acontece quando o sistema imunológico não pode mais manter os bacilos “sob controle” e eles se multiplicam rapidamente (reativação endógena). Pode acontecer também, reativação exógena, na qual ocorre uma nova exposição a bacilos mais virulentos e que resistem à forte resposta imunológica desencadeada pelo hospedeiro (reativação exógena).
Os doentes bacilíferos, isto é, aqueles cuja baciloscopia de escarro é positiva são a principal fonte de infecção.
Portanto, todas as medidas devem ser realizadas no sentido de encontrar precocemente o paciente e oferecer o tratamento adequado, interrompendo assim, a cadeia de transmissão da doença.
A má alimentação, a falta de higiene, o tabagismo, o alcoolismo ou qualquer outro fator que gere baixa resistência orgânica, também favorece o estabelecimento da doença.

Formas da Doença
A apresentação da tuberculose na forma pulmonar, além de ser mais frequente, é também a mais relevante para a saúde pública, pois é a forma pulmonar bacilífera, a responsável pela manutenção da cadeia de transmissão da doença.
A busca ativa dos sintomáticos respiratórios é a principal estratégia para o controle da TB, uma vez que permite a detecção precoce das formas pulmonares.


Tuberculose Pulmonar
Os sintomas clássicos da TB pulmonar são: tosse persistente por 3 semanas ou mais, produtiva ou não (com muco e eventualmente sangue), febre vespertina, sudorese noturna e emagrecimento.

Em populações especiais, tais como presidiários, moradores de rua, pacientes HIV positivos, crianças, tosse com 2 semanas ou mais, pode ser sugestivo de tuberculose pulmonar e DEVE ser investigado.

Pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum na criança maior, adolescente e adulto jovem. Tem como característica principal a tosse seca ou produtiva (com catarro).
A febre vespertina, sem calafrios, não costuma ultrapassar os 38,5º C. A sudorese noturna e a anorexia são comuns. O exame físico geralmente mostra “fácies” de doença crônica e emagrecimento, embora indivíduos com bom estado geral e sem perda do apetite também possam ter TB pulmonar.

Tuberculose extrapulmonar
As formas extrapulmonares da tuberculose têm seus sinais e sintomas dependentes dos órgãos e/ou sistemas acometidos.
Sua ocorrência aumenta entre pacientes com imunocomprometimento grave, principalmente naqueles com aids.

Diagnóstico
Baciloscopia do escarro

A baciloscopia direta do escarro é o método principal no diagnóstico e para o controle de tratamento da tuberculose pulmonar por permitir a descoberta das fontes de infecção, ou seja, os casos bacilíferos. Trata-se de um método simples, rápido, de baixo custo e seguro para elucidação diagnóstica da tuberculose, uma vez que permite a confirmação da presença do bacilo.

A boa amostra de escarro é a proveniente da árvore brônquica, obtida após esforço da tosse (expectoração espontânea).

O exame de baciloscopia de escarro deve ser solicitado aos pacientes que apresentem:

• Tosse por duas a três semanas (sintomático respiratório);
• Suspeita clínica e/ou radiológica de TB pulmonar,
independentemente do tempo de tosse;
• Suspeita clínica de TB em sítios extrapulmonares (materiais
biológicos diversos).

Coleta de Escarro e Cuidados

Orientação ao paciente
A unidade de saúde deve ter pessoal capacitado para fornecer  informações claras e simples ao paciente quanto à coleta do escarro, devendo proceder da seguinte forma:

- Orientar o paciente quanto ao procedimento de coleta: ao despertar pela manhã, lavar bem a boca, inspirar profundamente, prender a respiração por um instante e escarrar após forçar a tosse. Repetir essa operação até obter três eliminações de escarro, evitando que esse escorra pela parede externa do pote.

- Informar que o pote deve ser tampado e colocado em um saco plástico com a tampa para cima, cuidando para que permaneça nessa posição.

- Orientar o paciente a lavar as mãos.

Radiológico 

A radiografia de tórax é método diagnóstico de grande importância na investigação da tuberculose.
Diferentes achados radiológicos apontam para suspeita de doença em atividade ou doença no passado, além do tipo e extensão do comprometimento pulmonar.
Deve ser solicitada para todo o paciente com suspeita clínica de TB pulmonar.

Prova Tuberculínica (PT)

A prova tuberculínica consiste na inoculação intradérmica de um derivado protéico do M. tuberculosis para medir a resposta imune celular a estes antígenos. É utilizada, nas pessoas (adultos e crianças), para o ver se apessoa está infectada pelo M. tuberculosis. Na criança também é muito importante como método coadjuvante para o diagnóstico da TB doença.

Avaliação de contatos:

1. O caso índice deve ser entrevistado o quanto antes para identificação das pessoas que serão consideradas contatos.

2. Os contatos e suas respectivas idades devem ser listados. O tipo de convívio deve ser estabelecido (casa, ambiente de trabalho, escola, etc) e formas de localização devem ser identificadas (endereço e/ou telefone).

3. Sempre que possível realizar visita domiciliar para um melhor entendimento das circunstâncias que caracterizam os contatos identificados na entrevista do caso índice.
Todos os contatos serão convidados a comparecer à unidade de saúde para serem avaliados, pois eles que apresentam maior risco de adoecimento, pois estão expostos ao doente bacilífero.

Tratamento da Tuberculose

O tratamento da tuberculose é feito com 4 drogas na fase de ataque (2 meses)do tratamento com isoniazida, rifampicina, pirazinamida e etambutol. Na fase de manutenção (quatro meses subseqüentes) utilizam-se rifampicina e isoniazida. Este tratamento dura 6 meses e leva à cura da doença, desde que haja boa adesão ao tratamento com uso diário da medicação.
O tratamento deve ser diretamente observado (TDO).


Tratamento Diretamente Observado (TDO) 

No tratamento diretamente observado, um profissional da equipe da unidade de saúde observa a tomada da medicação do paciente desde o início do tratamento até a sua cura. Esta estratégia, também, oferece maior acolhimento ao doente, melhor adesão com aumento da cura e redução de abandono ao tratamento.

Todo paciente com Tuberculose deve receber este tipo de tratamento.



Assistir TV em excesso mata, dizem pesquisadores

Assistir TV em excesso mata, dizem pesquisadores

Um estudo feito nos Estados Unidos encontrou relação entre o hábito de ficar muito tempo em frente à TV e as principais causas de morte no país. 

Além do risco de câncer e de doenças cardiovasculares, já bem documentado, o trabalho sugere que o comportamento também aumenta a propensão ao diabetes, à pneumonia, ao mal de Parkinson e a doenças do fígado.



Cerca de 80% dos adultos norte-americanos assistem a 3,5 horas de TV por dia, uma quantidade considerada excessiva. O hábito consome mais da metade do tempo de lazer disponível, o que significa menos atividade física. Aqui no site Aliados da Saúde, nós fazemos questão de incentivar a prática de hábitos saudáveis, para a manutenção da sua saúde.

Para o estudo, publicado no American Journal of Preventive Medicine, foram analisados mais de 221 mil indivíduos com idade entre 50 e 71 anos que não apresentavam nenhum tipo de doença crônica no início da avaliação.
Os pesquisadores, do Instituto Nacional do Câncer, afirmam que algumas das associações encontradas foram identificadas pela primeira vez, e por isso ainda são necessários novos trabalhos que confirmem os resultados.
Em comparação com quem assistia a menos de uma hora por dia, os indivíduos que ficavam de 3 a 4 horas em frente à TV apresentaram 15% mais propensão a morrer por qualquer causa. Para quem assistia 7 ou mais horas, a probabilidade era 47% maior. As associações permaneceram altas mesmo quando os pesquisadores isolavam fatores como tabagismo, consumo de álcool e condição de saúde.
Os efeitos prejudiciais do excesso de TV foram observados tanto nos indivíduos inativos como também nos ativos. Enquanto a população mais idosa tende a ficar mais tempo na TV, crianças e adolescentes passam períodos semelhantes nos tablets. Tudo indica que as pessoas vão ter que malhar cada vez mais se quiserem ficar menos doentes.
Fonte: Uol Notícias

Fumar ainda está entre as principais causas de morte no mundo

Fumar ainda está entre as principais causas de morte no mundo

Até o final do século XX, a maior parte dos óbitos ocorria em função de doenças infectocontagiosas. 

Hoje em dia, porém, o quadro é bem diferente. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), desde o início do século XXI, mais de 60% das mortes foram causadas pelas chamadas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs).

Cada vez mais presentes no estilo de vida moderno, enfermidades desse tipo são provocadas, basicamente, pela má alimentação e por hábitos prejudiciais, como o alcoolismo e, principalmente, o tabagismo.


“Embora o cigarro tenha sido bastante combatido nos últimos anos, ele ainda está entre as principais causas das DCNTs. Por isso, podemos afirmar que ele contribui ativamente com a taxa de mortalidade gerada em função do problema que abrange também hipertensão, diabetes, obesidade e câncer de diferentes tipos”, afirma a psicóloga Silvia Cury, coordenadora do Programa de Controle do Fumo do HCor (Hospital do Coração).

Causas
De acordo com o último levantamento realizado por órgãos ligados ao Ministério da Saúde, o cigarro é consumido com frequência por cerca de 11% da população brasileira e causa mais de 200 mil mortes por ano no país, matando aproximadamente 23 pessoas por hora. “Além de ser incentivado por fatores socioculturais, o tabagista geralmente tem um perfil permeado por ansiedade, depressão, estresse, emoções negativas e positivas. Por isso, é importante junto ao tratamento medicamentoso associar o acompanhamento psicológico”, explica a psicóloga.
Consequências
Como resultado do tabagismo, surgem uma série de  doenças. “Entre as doenças estão infarto agudo do miocárdio, derrame, trombose, bronquite, enfisema, além de câncer no pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, entre outras regiões. Isso sem contar efeitos colaterais, como impotência sexual nos homens, complicações na gravidez, aneurismas arteriais, úlcera do aparelho digestivo e infecções respiratórias das mais diversas”, complementa a psicóloga.

Fonte: HCor


Brasil: Número de casos de diabetes aumentou 40% em 6 anos

Brasil: Número de casos de diabetes aumentou 40% em 6 anos

Brasil: Número de casos de diabetes aumentou 40% em 6 anos

Diabetes
O Ministério da Saúde divulgou dados preocupantes sobre a prevalência de diabetes no Brasil. Segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2012), o percentual de pessoas que se declararam diabéticas passou de 5,3% para 7,4% entre 2006 e 2012.

A pesquisa também revelou que o diabetes é mais comum em mulheres (8,1%) do que em homens (6,5%). A escolaridade parece ser um fator associado à prevenção, já que 3,8% dos brasileiros com mais de 12 anos de estudo declaram-se diabéticos em comparação a 12,1% dos brasileiros com menos de 8 anos de estudo.

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Estes números são determinados por mudanças no estilo de vida da população brasileira com aumento do sedentarismo associado ao consumo de alimentos industrializados com alta densidade energética.

Políticas públicas mais efetivas que atuem na prevenção de doenças crônicas como o diabetes não apenas para adultos, mas também dirigidas às crianças e adolescentes, são necessárias e emergenciais para conter o avanço da doença no país.

Por Juliana Bergamo Vega

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