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Câncer colorretal - Dieta vegetariana pode ajudar a prevenir

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Pesquisas indicam que dieta vegetariana, combinada ao consumo de peixes, pode ajudar a prevenir o câncer 

Estudo aponta que quem se alimenta de verduras, mas inclui também peixes na dieta, tem risco reduzido de desenvolver o câncer colorretal

O câncer colorretal é um dos mais incidentes no mundo, sendo o terceiro mais frequente entre os homens (atrás apenas do câncer de próstata e de pulmão) e o segundo mais frequente em mulheres (perde apenas para o de mama).

O câncer colorretal abrange tumores malignos que acometem um segmento do intestino grosso e reto.
A incidência dessa doença pode ser influenciada por fatores externos, como tabagismo, obesidade, sedentarismo, alimentação e excesso de bebida alcoólica.


Um estudo recém-publicado no respeitado periódico JAMA Internal Medicine acompanhou 77 659 indivíduos ao longo de mais de sete anos a fim de avaliar a relação entre vários modelos de dietas vegetarianas e a incidência de câncer colorretal. Os resultados engrossam o time de pesquisas que já haviam apontado para os benefícios do vegetarianismo na prevenção do câncer de cólon.

Embora pesquisas anteriores já tenham associado o elevado consumo de carnes vermelhas, especialmente de carnes processadas, com o aumento no risco de câncer colorretal e a ingestão adequada de fibras a uma proteção contra a doença, a nova publicação traz um novo dado.

Dentre os vegetarianos, há um grupo que tira uma grande vantagem com relação ao risco do câncer: os pesco-vegetarianos (aqueles que se permitem comer carne de peixe).

Enquanto os vegetarianos que não consumiam carne apresentaram uma redução de 22% no risco da doença quando comparados aos não vegetarianos, aqueles que consumiam peixe ao menos uma vez por mês apresentaram um risco 43% menor, uma grande vantagem sobre os que não consumiam peixe.

Resta saber se foi, de fato, o consumo de peixe que protegeu mais esse grupo ou se há outras variáveis influenciando o resultado e que ainda não foram analisadas.

De acordo com os autores do estudo, se a associação com o consumo de peixe não for causal, abre-se mais uma porta para se armar na prevenção da doença, além de aumentar o consumo de fibras e reduzir as carnes vermelhas e processadas. Enquanto isso, vale uma reflexão para os vegetarianos que excluíram o peixe do cardápio em favor da saúde.


Câncer de Colo do Útero - A Prevenção é o Maior Aliado


Câncer de Colo do Útero - A Prevenção é o Maior Aliado
Câncer de Colo do Útero - A Prevenção é o Maior Aliado

Câncer de colo do útero é o terceiro mais comum nas brasileiras. 

O câncer de colo do útero representa 10% de todos os tumores malignos que atingem as mulheres brasileiras. 

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), ligado ao Ministério da Saúde, esse tipo de câncer é o terceiro mais comum, só perdendo para o de pele e o de mama.


Na grande maioria dos casos de câncer de colo do útero existe a presença do HPV, o papiloma vírus. Por isso, o diagnóstico precoce pode ser feito através do exame conhecido popularmente como Papanicolau. Quando não diagnosticado na fase inicial, o câncer de colo do útero evolui e ocasiona uma série de sintomas, como sangramento no início ou no fim da relação sexual e presença de dor durante o ato.

Exame Preventivo
O exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolaou) é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico da doença. O exame pode ser feito em postos ou unidades de saúde da rede pública que tenham profissionais capacitados. É fundamental que os serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo, pois sua realização periódica permite reduzir a mortalidade pela doença.

O exame preventivo é indolor, simples e rápido. Pode, no máximo, causar um pequeno desconforto que diminui se a mulher conseguir relaxar e se o exame for realizado com boa técnica e de forma delicada.

Para garantir um resultado correto, a mulher não deve ter relações sexuais (mesmo com camisinha) no  dia anterior ao exame; evitar também o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à realização do exame. É importante também que não esteja menstruada, porque a presença de sangue pode alterar o resultado.
Mulheres grávidas também podem se submeter ao exame, sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê. 


Sintomas
É uma doença de desenvolvimento lento que pode cursar sem sintomas em fase inicial e evoluir para quadros de sangramento vaginal intermitente ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados.

Fatores de Risco
Entre os fatores de risco da doença, estão o uso prolongado de pílulas anticoncepcionais, infecções genitais constantes, múltiplos parceiros sexuais, o baixo nível socioeconômico e o tabagismo.


Tratamento
O tratamento para cada caso deve ser avaliado e orientado por um médico. Entre os tratamentos mais comuns para o câncer do colo do útero estão a cirurgia e a radioterapia. O tipo de tratamento dependerá do estadiamento da doença, tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade e desejo de ter filhos.

De acordo com o Ministério da Saúde, são cada vez mais freqüentes os casos desse tipo de tumor entre mulheres de 20 a 25 anos, portanto,a prevenção é a melhor saída.


Fonte: INCA (Instituto Nacional do Câncer)


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