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Proteínas - Conheça os efeitos da falta de proteína no seu corpo

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Cansaço físico, queda de cabelo e dores musculares podem ser sintomas de baixo consumo de proteínas!

Você sabe se está consumindo proteínas em quantidades suficientes? Cansaço físico, queda de cabelo e dores musculares podem ser sintomas de baixo consumo de proteínas!

Nossos músculos, cartilagens, ligamentos, pele, cabelo e unhas são compostos basicamente de proteína, por isso, sua deficiência afeta todas essas partes, além da imunidade e digestão.

Você consome proteínas de forma suficiente? O componente, encontrado em alimentos de origem vegetal e animal, é essencial para o bom funcionamento do nosso corpo. Ele também ajuda a perder peso, ganhar massa magra e até afasta o desejo por alimentos calóricos. Por outro lado, sua falta pode causar inúmeros problemas como fadiga, queda de cabelo e até baixa imunidade.


“O mais comum é que as pessoas consumam proteínas em excesso. Mas as dietas muito baixas em calorias ou mal equilibradas podem levar a um déficit proteico”, diz Aisling Pigott, porta-voz da Associação de Nutricionistas do Reino Unido, à BBC Mundo.
Você chega em casa depois do trabalho extremamente cansado, quase se arrastando? A dor nos músculos é constante e não vai embora? Você perde cabelo na mesma velocidade com a qual ganha rugas? Segundo a rede britânica BBC, todos esses sinais podem em relacionados à baixa ingestão de proteínas.

Papel fundamental

Nossos músculos, cartilagens, ligamentos, pele, cabelo e unhas são compostos basicamente de proteína, que, por sua vez, é constituída a partir de cadeias de aminoácidos. Entre as proteínas mais famosas do nosso corpo estão, por exemplo, a hemoglobina, os anticorpos, certos hormônios (como a insulina) e as enzimas. Tudo isso faz com que essas cadeias de aminoácidos (blocos que formam as proteínas) sejam vitais não apenas para o aporte de energia, mas também para a reparação de tecidos, a oxigenação do corpo e o sistema imunológico.

Cada fonte de proteína – do peixe ao amendoim – contém “tipos diferentes” de aminoácidos. Dos 20 diferentes aminoácidos existentes, nove são essenciais para nosso organismo e só podem ser obtidos por meio de alimentos. No que diz respeito às proteínas de origem animal (carnes, ovos, laticínios), quase todas podem ser consideradas boas, pois são constituídas por todos ou a maioria destes aminoácidos.

Para vegetarianos ou veganos, boas opções de proteínas de origem vegetal com aminoácidos essenciais são leguminosas (feijões, lentilha, ervilha), oleaginosas (amendoim, castanhas, amêndoas),  folhas verdes (couve e espinafre) e outros grãos como quinoa e da soja e seu queijo.


Confira abaixo cinco sinais de alerta emitidos pelo corpo caso haja deficiência de proteína.

1. Fadiga

Segundo a rede britânica BBC, a fadiga excessiva ou crônica é o primeiro sinal de falta de proteína. Como a deficiência desse composto é derivada diretamente de uma dieta pobre em calorias, o organismo não dispõe de energia suficiente para cumprir tarefas rotineiras.
"Há um mínimo necessário de proteínas que devemos consumir todos os dias para o corpo funcionar corretamente", diz a nutricionista Elizabeth González, porta-voz das Associação de Nutricionistas de Madri, na Espanha, à BBC Mundo.
A ingestão diária recomendada pelos Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), ou seja, o consumo mínimo indicado para uma pessoa se manter saudável, é de 0,8 grama de proteína por quilo de peso. Ou seja, para uma pessoa de 60 kg, a quantidade de proteínas recomendada por dia é 48 gramas. "Mas dependendo da atividade física da pessoa ou se ela está em fase de crescimento, a quantidade necessária de proteína pode ser maior", ressalta Aisling. Segundo um estudo publicado recentemente, a duplicação dessa quantidade recomendada diariamente fornece o que os nutricionistas chamam de “nível proteico ideal” e consiste em consumir de 15% a 25% do total de calorias diárias a partir de fontes de proteínas.

Na prática, isso corresponde ao consumo total de 90 g a 105 g de proteína por dia que podem ser divididos da seguinte forma: de 20 g a 30 g de proteína por refeição e de 12 g a 15 g por lanche.

2. Fraqueza de cabelo e pele

O cabelo - e os folículos que os sustentam - são feitos de proteína, por isso, elas são responsáveis por mantê-lo saudável e em crescimento. Por isso, quando há falta dessas moléculas o cabelo enfraquece. Essa é uma das razões pelas quais os cabelos de pessoas que fazem dietas com baixo teor proteico tendem a crescer mais lentamente. E, em casos extremos, pode ocorrer queda dos fios. As unhas e a pele também dependem das proteínas para se regenerar. A pele é composta por três tipos de proteínas: colágeno, elastina e queratina. "Níveis baixos dessas proteínas causam rugas e deixam a pele mais fina", explica em seu site a Clínica Cleveland, nos Estados Unidos.

3. Perda de massa muscular

Um terceiro sintoma da insuficiência de proteína é a redução da massa muscular, dificultando a realização de atividades físicas. Em um nível muito avançado, esses distúrbios musculares podem causar câimbras irritantes. "Esse tipo de proteína que também comemos parece desempenhar um papel central em evitar a perda muscular", diz a nutricionista Jennifer K. Nelson, no site da Clínica Mayo. Isto é muito importante, por exemplo, para pessoas idosas, que tendem a perder massa muscular com o avanço da idade. As proteínas presentes nos alimentos são formadas por vários tipos de aminoácidos. Por exemplo, estudos mostram que a leucina, encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carne bovina, cordeiro, carne de porco, frango, peixe, ovos ou laticínios e, em menor quantidade em alimentos vegetais como soja, nozes e sementes, preserva a massa muscular.

4. Doente com frequência

Uma das principais funções das proteínas é apoiar o sistema imunológico. Sendo assim, uma dieta pobre em proteínas nos deixa mais expostos a infecções e resfriados. Portanto, o quarto alerta sobre a falta de proteínas é a frequência com que ficamos doentes. "É impossível para o sistema imunológico funcionar sem proteínas. Até porque os anticorpos são estruturas formadas por proteínas", explica Elizabeth.

5. Gases e prisão de ventre

Finalmente, a falta de proteínas também está associada a problemas digestivos, como gases e constipação. Os aminoácidos presentes nas proteínas são fundamentais para uma boa digestão. Portanto, seus níveis em nosso corpo são diretamente proporcionais à ingestão de proteínas.

Fonte: BBC / Veja.com



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A proteína é um nutriente que desempenha um papel fundamental na forma como os nossos corpos funciona. 

Ela está relacionada com a formação dos tecidos e músculos do corpo, bem como, trabalha para o fortalecimento do sistema imunológico, do coração e das funções respiratórias.

Um dos mitos mais comuns sobre a dieta vegetariana é que, após interromper completamente o consumo de carne, torna-se quase impossível atender as orientações sugeridas para a ingestão de proteínas. Se você pensa dessa forma, saiba que existem certos alimentos ricos em proteínas que passam longe da carne.



Se você é vegetariano ou não, há muitos alimentos que são fontes de proteínas e embalam benefícios adicionais a sua saúde. Veja as opções abaixo.
  1. Soja - 41 gramas de proteína (uma xícara)
  2. Tofu – 20 gramas (uma xícara)
  3. Edamame - 20 gramas (uma xícara)
  4. Lentilhas – 18 gramas (uma xícara)
  5. Feijão preto – 15 gramas (uma xícara)
  6. Leite de soja - 11 gramas (uma xícara)
  7. Abacate – 10 gramas (uma unidade)
  8. Quinoa – 9 gramas (uma xícara)
  9. Ervilha - 9 gramas (uma xícara)
  10. Manteiga de amendoim – 8 gramas (por duas colheres de sopa)
  11. Sêmola cozida - 8 gramas (uma xícara)
  12. Pão Integral - 7 gramas (2 fatias)
  13. Aveia – 6 gramas (uma xícara).
  14. Sementes de girassol - 5 gramas ( por 1/4 de xícara)
  15. Espinafre e Brócolis – 5 gramas (uma xícara)
  16. Arroz integral - 5 gramas (uma xícara)
  17. Cajú - 5 gramas
  18. Sementes de chia - 5 gramas (por 2 colheres de sopa)
  19. Sementes de linhaça - 4 gramas (por 2 colheres de sopa)
  20. Arroz branco - 4 gramas (por 2 colheres de sopa)

Lembre-se: os comedores de carne também devem variar suas fontes de proteína.
A quantidade de proteína que você precisa na sua alimentação depende muito do seu peso e atividade física. A dose recomendada de proteína é em média de 0.8 gramas por quilograma de peso corporal nos países mais desenvolvidos. Assim, se pesar 60 kg, precisa de mais ou menos de 48 gramas de proteína por dia.
Você precisa apenas de 2 fontes de proteína em cada refeição para ficar equilibrado, podendo até reduzir para uma única fonte se esta for suficientemente rica. O que é importante é não confundir esta ideia com a prática desnecessária de combinação de proteínas.

Procure um especialista de sua preferência para verificar qual a sua necessidade diária de proteína.



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