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Cafeína - Melhora desempenho esportivo e pode ajudar a emagrecer

cafeína e desempenho esportivo


Segundo estudos o consumo do café puro ou da cafeína 1h antes do exercício está associado com um aumento de quase 5% no desempenho em comparação com bebida descafeinada

O famoso "cafezinho" é paixão de muita gente e, também, um ícone nacional. Atualmente é difícil encontrar alguém que não tome um todos os dias. Mas, afinal, ele ajuda na performance esportiva e é bom para a nossa saúde?

Diversos estudos mostram que a cafeína tem efeitos benéficos na performance esportiva. Uma revisão de estudos de Jane Shearer et al publicada em 2014 na revista Nutrition Reviews da Oxford University mostra que o consumo do café mesmo em pequenas doses resulta em efeitos benéficos na performance esportiva em toda a gama de atividades atléticas.


Outro estudo muito interessante de Hodgson et al publicado em 2013 na revista PLoS One  mostra que o consumo do café puro ou da cafeína 1h antes do exercício esteve associada com aumento de quase 5% na performance em comparação com a bebida descafeinada ou placebo.

Além de ser ótima para a performance a cafeína ajuda também na perda de peso. Isso porque, ela é um excelente termogênico como mostra o estudo de Fernández-Elías et al publicado em 2014 no International Journal of Sport Nutrition and Exercise Metabolism. Segundo o estudo a cafeína atua de maneira positiva mantendo um alto gasto do metabolismo por até 3h após o término de um de exercício físico.

O consumo do café ainda está relacionado com menor risco do desenvolvimento do diabetes. Uma pesquisa feita em Harvard mostrou que consumir café todos os dias diminuiu o risco de desenvolver diabetes 2. Tanto o café comum quanto o descafeinado foram associados com o a diminuição de risco de diabetes tipo 2.

Muitas pessoas tem receio de consumir o café devido a possíveis relações com piora da hiperatividade. Mas o estudo de Pandolfo et al publicado em 2012 na revista European Neuropsychopharmacology mostra exatamente o contrário. Segundo o estudo uma xícara de café tem efeito similar à 10mg de ritalina. Sendo a dose ideal de cafeína de 5mg/kg.

Para fechar os benefícios do café com “chave de ouro“ o estudo de Freedman et al publicado em 2012 no New England Journal of Medicine mostra que o consumo regular do café é inversamente proporcional a mortalidade por todas as causas.

Vale lembrar que a dose máxima de cafeína por dia de acordo com a  Anvisa é de 420mg ou média de 3mg por kg/peso de maneira individualizada.

Procure sempre a orientação do médico e do nutricionista para toda a sua alimentação e saúde.

Fonte: globoesporte.com/euatleta



Café - Benefícios para sua saúde de acordo com a ciência

O café, através da cafeína, acelera o sistema nervoso central, o que faz a pessoa se sentir acordada, alerta e com mais energia.

Mais os benefícios do café no organismo não param por aí. Eles são devidos não só à cafeína, mas a muitos outros compostos com propriedades antioxidantes, que ajudam a prevenir doenças como câncer, Alzheimer, Mal de Parkinson e diabetes, além de favorecer o emagrecimento, entre outros!

Confiram abaixo alguns benefícios que a ciência atribui ao café! 




Diminui risco de depressão feminina

Uma pesquisa da Harvard School of Public Health (HSPH) concluiu que mulheres que bebem café possuem menos chances de desenvolver a depressão.
Segundo o estudo, o índice de manifestação da doença é 20% menor no grupo de mulheres que ingere quatro ou mais xícaras da bebida ao longo do dia.
Os pesquisadores estudaram 50 739 mulheres, com idade média de 63 anos. Elas estavam livres da doença quando o estudo começou em 1996.

Ajuda a emagrecer e queimar gordura

O consumo de café acelera o metabolismo, fazendo o corpo queimar mais calorias, além de estimular a quebra de células de gordura corporal. Estima-se que a ingestão de 6 xícaras de café por dia provoca um aumento no gasto energético de cerca de 100 calorias;

Pode ajudar a evitar câncer de fígado

Tomar café diariamente pode proteger as pessoas de desenvolver a forma mais comum de câncer de fígado, segundo uma pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia.
O estudo incluiu 179.890 homens e mulheres nos EUA.
Os voluntários foram acompanhados por até 18 anos para que os pesquisadores pudessem rastrear o consumo de café e seus estilos de vida.
Quem bebia de uma a três xícaras por dia tinha uma chance 29% menor de ter o câncer em comparação com as pessoas que bebiam menos de seis xícaras por semana.
E as pessoas que bebiam mais de quatro xícaras por dia apresentaram um risco 42% menor.

Estimulante do sistema nervoso central

A cafeína melhora o estado de alerta, a concentração, a capacidade de memorização, o aprendizado, além de combater a sonolência e o cansaço;


Ação antioxidante

O café possui ácidos clorogênicos, um poderoso antioxidante que protege o corpo contra os danos causados pelos radicais livres, ajudando a prevenir o envelhecimento precoce, doenças cardiovasculares, processos inflamatórios, além de câncer de cólon, fígado e mama;

Ação antibacteriana, antiviral, e anti-hipertensiva

Todas essas propriedades também são provenientes dos ácidos clorogênicos, que compõem 7 a 10% do café;

Benefícios do café para a memória

Uma pesquisa de cientistas da Universidade Johns Hopkins concluiu que duas xícaras de café podem fazer muito bem para a memória.
O estudo testou a memória de 160 voluntários durante 24 horas. O grupo incluiu pessoas que não bebiam café regularmente. Durante o experimento, os cientistas observaram que quem tomou comprimidos de cafeína teve um desempenho melhor nos testes de memória do que as que ingeriram placebos.
Michael Yassa, líder do estudo, concluiu que a cafeína faz bem para a memória de longo prazo ao melhorar o processo de consolidação da memória. Mas também ficou comprovado que a cafeína não ajuda a recuperar a memória.

Alivia a dor de cabeça

A cafeína provoca uma contração dos vasos sanguíneos, diminuindo o calibre dos mesmos, o que traz alívio para as dores de cabeça. Por isso a cafeína está presente em remédios analgésicos;

Ajuda a prevenir doenças neurodegenerativas


O consumo habitual de café parece diminuir a incidência de doenças neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer;

Reduz o risco de diabetes tipo II

O consumo de pelo menos 6 a 7 xícaras de café por dia reduz significativamente o risco de desenvolver diabetes tipo II;

Diminui o risco de cálculos renais

Beber 240 ml de café por dia reduz em 10% o risco de desenvolver pedras nos rins.

Benefícios do Café para Malhar
  • Aumenta a resistência;
  • Diminui a fadiga muscular;
  • Melhora o desempenho, a atenção, o processamento visual e o tempo de reação;
  • Estimula a utilização de gordura como fonte de energia;
  • Aumenta a tensão dos músculos;
  • Estimula o funcionamento do coração.
  • Para usufruir de todos os benefícios do café, recomenda-se o consumo de 3 a 4 xícaras por dia, de preferência sem açúcar ou adoçante.
Consuma com moderação

O excesso de cafeína tem efeitos colaterais, como insônia, nervosismo e alteração do ritmo cardíaco.
Pessoas mais agitadas, ansiosas, que dormem mal ou que têm problemas renais devem evitar o consumo de café ou restringir ao mínimo possível, e nunca tomar antes de dormir.

Fonte: Revista Exame / Saúde no Clique




Desempenho Sexual - Cafeína pode contribuir a favor

Para todos os amigos do cafezinho, até de uma coca-cola de vez em quando, esta notícia é perigosa para o aumento do consumo.

Além de dar uma energia a mais para as atividades de rotina, o cafezinho de todos os dias pode também ajudar um casal a ter uma boa noite de amor.

Um estudo da Universidade do Texas descobriu que uma certa quantidade de cafeína ingerida pelos homens todos os dias reduzia a probabilidade de disfunção erétil e, consequentemente, melhorava o desempenho sexual.

O estudo, divulgado na publicação científica Plus One, foi feito com mais de 3,7 mil homens de mais de 20 anos e constatou que os que bebiam de dois a três cafés (85 a 170 miligramas de cafeína) por dia reduziam o risco de terem impotência sexual.


O estudo constatou que 42% dos que bebiam essa quantidade de café diariamente eram menos propícios a relatar problemas de disfunção erétil que os que não bebiam.

A constatação também valeu para homens acima do peso, obesos ou com problemas de pressão alta. O café só não trouxe mudanças para os diabéticos que participaram do experimento.
"Apesar de termos visto uma redução da disfunção erétil com homens obesos, acima do peso ou hipertensos, isso não aconteceu com os que tinham diabetes", explicou um dos principais autores do estudo, professor David Lopez, em comunicado divulgado pela universidade.
"Diabetes é um dos maiores fatores de risco para disfunção erétil, então isso não foi uma surpresa."

Ressalva

A estatística, porém, caía para 39% para homens que bebiam mais que três cafés por dia.

Os autores da pesquisa acreditam que a cafeína estimula uma série de efeitos farmacológicos que aumentam o fluxo do sangue para o pênis, relaxando as artérias e os músculos.

Os autores dizem que os resultados da pesquisa estão alinhados com os encontrados em investigações prévias. Fazem a ressalva, porém, de que são necessários mais estudos para determinar claramente uma relação de causa e efeito entre cafeína e desempenho sexual.

Ainda segundo o estudo, além do café, outras bebidas que contêm cafeína podem ajudar na prevenção da impotência sexual, como chás, refrigerantes ou bebidas esportivas.

A impotência sexual atinge 25 milhões de brasileiros, segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia divulgada em dezembro do ano passado. O problema acontece principalmente em homens de 40 a 70 anos de idade.


Café pode ser novo aliado contra o câncer de pele

Café pode ser novo aliado contra o câncer de pele

Uma das bebidas mais apreciadas pelos brasileiros, o cafezinho, está prestes a ganhar status de protetor solar.

Estudos realizados pela equipe do Dr. Paul Nghiem, da Universidade de Washington, demonstram que a cafeína tem a capacidade de retardar a formação do câncer de pele em células expostas à radiação ultravioleta (o mesmo tipo de radiação do sol que está relacionado à formação dos cânceres da pele).

De acordo com um artigo publicado esta semana no Proceedings of the National Academy of Sciences – PNAS, publicação da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos, o papel da cafeína seria diminuir a ação das enzimas ATR, o que aceleraria a destruição de células danificadas pela exposição solar, praticamente uma limpeza de células pré-cancerígenas da pele. Além disso, a cafeína também absorve a luz do sol, funcionando como um protetor solar natural.

A Revista Européia de Prevenção do Câncer havia publicado, em 2007, um artigo que comprova essa hipótese, demonstrando que em um grupo de 90 mil mulheres, aquelas que tomavam café diariamente tinham 11% menos chances de desenvolver cânceres da pele.
Mas antes de sair por aí defendendo o consumo das bebidas cafeinadas, é importante entender um pouco melhor o que os pesquisadores têm estudado.
A proteção da cafeína foi demonstrada em células de camundongos expostos à radiação ultravioleta. Para que seu uso seja defendido em humanos, ainda serão necessários estudos clínicos, utilizando pacientes voluntários, para que os riscos e benefícios da cafeína sejam estudados de forma cuidadosa.

Além disso, não existe uma dose claramente definida para que a cafeína exerça os efeitos protetores sobre a pele.

O ideal é não aumentar o consumo de bebidas deste tipo para obter proteção solar e lembrar que o uso de cafeína pode levar a problemas como tremores, agitação, alterações do sono e palpitações. A dose para estes efeitos pode variar de pessoa para pessoa.
A boa notícia é que os pesquisadores já estão iniciando a formulação de cremes de cafeína para testes em humanos e a expectativa é de que esses cremes retardem o aparecimento de tumores em pessoas com predisposição ao seu desenvolvimento. Outra questão em estudo é se a inclusão da cafeína poderia aumentar o poder protetor dos filtros solares.
Enquanto os resultados desses estudos não são publicados, continua valendo a velha tríade – protetor solar, controle do tempo de exposição ao sol e utilização de proteção física (óculos escuros, chapéus e roupas adequadas) –, além de visitas regulares ao dermatologista, como as principais formas de prevenção e detecção do câncer da pele.

Fonte: Hospital Albert Einsten (einstein.br)

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