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Diabetes tipo-2 - Mais algumas dicas de alimentos para tratar a doença

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Diabetes tipo-2 - Mais algumas dicas de alimentos para tratar a doença

A diabetes tipo 2 representa cerca de 90% dos casos de diabetes e, por isso, a dieta desempenha um papel fundamental nas pessoas que padecem da doença.

A alimentação pode ser a principal fonte para permitir o aporte nutricional necessário ao controle da glicose e da taxa de gordura no sangue, além de promover a manutenção de um peso saudável e prevenir doenças cardiovasculares.

Mais, além do básico da alimentação e da prática de atividade física regular, inclua mais estes seis alimentos na sua dieta para garantir uma complementação na sua dieta.

Abacate
O abacate, fortemente antioxidante, é uma fruta rica em gorduras monoinsaturadas, com impacto real sobre a diminuição de lipídios no sangue. A sua ingestão regular ajuda a evitar o risco de doenças cardiovasculares, que é duas a três vezes maior numa pessoa diabética

Salmão
Excelente fonte de ômega-3, o salmão é um peixe gordo. O seu impacto sobre a redução do risco de doença cardiovascular tem sido demonstrado por muitos estudos. Este alimento ajuda a reduzir a pressão arterial e os triglicéridos do sangue. É, também, uma excelente fonte de proteína completa propícia à melhoria da sensibilidade à insulina

Cevada
A cevada é um grão muito nutritivo, rico em fibras solúveis e vitamina E. Este cereal é um antioxidante que ajuda a combater os danos causados pelos radicais livres. A vitamina E promove a prevenção do risco de doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. A cevada tem, ainda, um índice glicêmico baixo, igual ou inferior a 55. Além de reduzir o açúcar no sangue, promove um melhor controle metabólico e um menor nível de gordura.

Brócolis
Legume da família das crucíferas, os brócolis crus ou levemente cozidos contêm muita vitamina C, além de propriedades preventivas em alguns tipos de câncer. Contêm, também, luteína e zeaxantina, com propriedades antioxidantes que combatem, ainda, doenças cardiovasculares

Batata-doce
A batata-doce é rica em antioxidantes, incluindo antocianinas e carotenoides. Além de possuir um sabor requintado, é particularmente rica em antocianinas. A variedade de pele branca diminui a resistência à insulina, o que favorece o controle de açúcar no sangue

Fonte: Revista Prevenir


VIVA - A Manteiga não faz mal ao coração


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VIVA! - A Manteiga não faz mal ao coração 

A manteiga, segundo pesquisadores americanos, além de não prejudicar a saúde cardíaca, pode ter um efeito protetor contra o diabetes tipo-2

Comer uma porção (uma colher de sopa) de manteiga por dia aumenta em 1% o risco de morte, mas em compensação, diminui em 4% o risco de diabetes tipo-2. 

A Manteiga não faz mal ao coração e nem aumenta o risco de doenças cardiovasculares. É o que diz um estudo publicado recentemente no periódico científico PLOS ONE. De acordo com a pesquisa, o consumo regular de manteiga está associado a um leve aumento no risco de morte prematura e a uma ação protetora contra diabetes tipo 2.


Para chegar a essa conclusão, pesquisadores americanos revisaram nove estudos já publicados, totalizando 636.000 pessoas, de 15 países diferentes, que foram acompanhadas entre 10 e 23 anos.

Neste período, 28.271 pessoas morreram, 9.783 foram diagnosticadas com doença cardíaca e 23.954 com diabetes tipo 2. A quantidade média de manteiga consumida pelos participantes variava entre 1/3 de uma colher de sopa até três colheres de sopa diariamente.

Os resultados mostraram que uma porção (14 g ou uma colher de sopa) de manteiga por dia estava associado ao aumento de 1% no risco de morte. Por outro lado, a mesma quantidade foi relacionada a uma redução de 4% no risco de diabetes tipo 2. Os autores não encontraram associação entre o consumo do alimento e o diagnóstico de problemas cardíacos.

De acordo com os pesquisadores, esses resultados classificam a manteiga como um alimento no “meio do caminho”. Ou seja, é improvável que seu consumo faça muito mal à saúde, mas as pessoas podem reduzir seu risco de problemas cardíacos ao optar por gorduras mais saudáveis como azeite extra virgem e óleo de soja ou de canola.

Os males associados ao consumo de manteiga se originaram na crença de que gordura saturada faz mal à saúde e, por muito tempo, os especialistas recomendaram que seu consumo fosse evitado.

Entretanto, os especialistas estão repensando o foco excessivo no impacto de um macro nutriente específico para a saúde, como é o caso da gordura saturada, e olhando para o todo. Segundo essa linha de pensamento, a combinação de todos os nutrientes presentes em um alimento pode ter diferentes impactos na saúde de uma pessoa. Por exemplo, laticínios como iogurte e queijos têm propriedades metabólicas que ajudam a prevenir contra o diabetes tipo 2, apesar de serem ricos em gordura saturada.

Para Laura Pimpin, uma das autoras do estudo, o grande problema da manteiga são os alimentos com os quais ela é consumida, que geralmente são ricos em carboidratos refinados ou com alto índice glicêmico, como pão branco e batata.

“Em geral, nossos resultados sugerem que a manteiga não deve ser demonizada nem considerada um caminho para a boa saúde. Mais pesquisas são necessárias para entender melhor o benefício deste alimento em relação ao desenvolvimento de diabetes.”, disse Dariush Mozaffarian, um dos autores do estudo.

Fonte: Veja.com - Junho/2016


Diabetes Tipo 2 - Iogurte ajuda a reduzir ocorrência

Diabetes Tipo 2 - Iogurte ajuda a reduzir ocorrência
Diabetes Tipo 2 - Iogurte ajuda a reduzir ocorrência

O consumo de iogurte foi ratificado em estudo realizado pela Harvard School of Public Health, como aliado no combate a diabetes tipo 2.

Em função de seu alto conteúdo de cálcio, magnésio, vitamina D, proteínas do soro e ácidos graxos específicos, os lácteos têm sido apontados como promotores da redução do risco de diabetes tipo 2. E o principal dentre eles é iogurte.

O Diabetes Tipo 2 afeta, aproximadamente 26 milhões de pessoas nos Estados Unidos e 366 milhões de pessoas em todo mundo, número que deve chegar a 552 milhões, em 2030.


Um novo estudo liderado por pesquisadores da Harvard School of Public Health (HSPH), Harvard University, nos EUA, avaliou a relação entre o consumo de lácteos e a redução no risco de Diabetes Tipo 2.

O tratamento da doença e suas complicações, como doenças cardiovasculares, causam enormes impactos no sistema médico e econômico de todos os países. Por isso, a prevenção do Diabetes Tipo 2 se tornou uma prioridade dos programas de saúde pública.

Estudos prévios já haviam indicado que as proteínas do soro têm propriedades insulinotrópicas e de redução dos níveis de glicose.

Dentre os lácteos, o iogurte vem sendo relacionado com a redução da obesidade e alteração da microbiota intestinal, em função de seus probióticos.

Iogurte e diabetes tipo 2 - A Pesquisa

Tendo como base os dados de mais de 100.000 participantes da pesquisa , entre os anos de 1980 e 2010, os pesquisadores concluíram que o consumo diário de iogurte levou a uma redução de 18% no risco desse tipo de Diabetes.

Uma das hipóteses do líder do trabalho, o Professor de Nutrição e Epidemiologia Frank Hu, é que os probióticos presentes no iogurte podem ajudar a aumentar a sensibilidade à insulina e reduzir as inflamações. Segundo o pesquisador, essa hipótese ainda precisa ser testada em novos estudos.

Dentre os participantes, tanto homens quanto mulheres, aqueles que consumiam mais lácteos apresentaram ainda menor uso de fumo, e redução na incidência de hipertensão e de colesterol elevado. Sem contar que o iogurte também é um aliado no combate a osteoporose.

Atividades complementares

Por outro lado, os pacientes que apresentaram melhores resultados praticaram mais atividades físicas e consumiram mais frutas e vegetais.

Ou seja, em geral, o consumo regular de lácteos associou-se positivamente com hábitos saudáveis de vida. 

Fonte: Harvard School of Public Health



Diabetes tipo-2 - Estudo mostra que comida caseira pode evitar

Diabetes tipo-2 - Estudo mostra que comida caseira pode evitar
Diabetes tipo-2 - Estudo mostra que comida caseira pode evitar

Pessoas que regularmente consomem refeições preparadas em casa são menos propensas a sofrer de diabetes tipo 2, mostra uma pesquisa da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. 

Normalmente os pratos preparados em casa, diferentemente dos fast-foods, costumam ser mais ricos em nutrientes e ter menos calorias, contribuindo assim na manutenção da saúde

Segundo os resultados, publicados na revista Plos Medicine, os benefícios nutricionais e de estilo de vida relacionados à alimentação caseira podem contribuir para esforços em prevenir a doença metabólica que acomete uma a cada 11 pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).


A tendência de realizar as refeições em estabelecimentos comerciais, sobretudo fast-foods, levanta preocupações de que os indivíduos que optam por esse estilo de vida tenham uma dieta rica em energia, mas pobre em nutrientes, o que causa ganho de peso e risco aumentado para o diabetes tipo 2. 
Essa doença crônica, caracterizada pela ineficiência do organismo em aproveitar o hormônio insulina, resulta do excesso de peso e do sedentarismo.

Para saber se a alimentação caseira altera os riscos de longo prazo de diabetes e obesidade, Qi Sun e colegas utilizaram um grande banco de dados sobre o estilo de vida de profissionais de saúde dos Estados Unidos.

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A análise rigorosa da coleção de informações sobre indicadores de saúde e hábitos alimentares indicou que pessoas acostumadas a consumir de cinco a sete refeições noturnas preparadas em casa durante uma semana tinham 15% menos risco de desenvolver o diabetes tipo 2 do que aquelas que consumiam duas refeições caseiras ou menos no mesmo período. O estudo sugere que os efeitos protetivos da alimentação caseira estão relacionados ao menor ganho de peso.

Efeito em Crianças
Também hoje, pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, mostram, na revista Obesity Reviews, que a saúde das crianças sofre os impactos da rotina mais urbana e industrializada. Além de acompanharem os pais comendo fora de casa com frequência, os pequenos têm os hábitos alimentares moldados pela publicidade de bebidas e alimentos riscos em açúcar ou sal. Os pesquisadores examinaram 29 estudos sobre os efeitos da publicidade desse tipo de produto e, depois, analisaram as preferências dietéticas de mais de 6 mil crianças.

Segundo Behnam Sadeghirard, os hábitos alimentares dos pequenos foram influenciados logo após a exposição às peças publicitárias em filmes, revistas, embalagens com personagens cativantes e até videogames. Menores de 8 anos sofreram maior suscetibilidade em relação a prejuízos na quantidade e na qualidade de calorias consumida. É possível, acreditam os estudiosos, que eles associaram os produtos com características positivas que tentavam imitar.

“O aumento da prevalência de obesidade parece coincidir com aumentos no orçamento das indústrias de bebidas e alimentos para gastos com propaganda voltada para crianças e adolescentes, com dados mostrando alimentos ricos em energia e pobres em nutrientes, retendo a maioria dos produtos comercializados”, diz Bradley Johnston, coautor do estudo.

Fonte: Correio Brasiliense


Diabetes em mulheres - Musculação pode reduzir risco

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Diabetes em mulheres - Musculação pode reduzir risco 

Mulheres que fazem musculação reduzem o risco de desenvolverem diabetes, de acordo com um estudo feito por cientistas da Faculdade de Medicina de Harvard.

Levantar pesos, fazer flexões ou exercícios similares de resistência muscular foram relacionados a um risco mais baixo de diabetes, concluíram os pesquisadores.

Pesquisa acompanhou cerca de 100 mil enfermeiras por um período de oito anos.

No que diz respeito especificamente à diabetes, os benefícios da musculação superaram os do exercício aeróbico.

Mulheres que fazem pelo menos 150 minutos por semana de exercícios aeróbicos e ao menos uma hora também por semana de musculação tiveram a redução mais significativa (no risco de diabetes), se comparada com mulheres sedentárias.

Elas reduziram em um terço as chances de desenvolverem diabetes tipo 2.

Especialistas já sabiam que a prática exercícios aeróbicos regularmente – tais como corrida ou natação – ajuda na diminuição do risco de se desenvolver esse tipo de diabetes.
O estudo de Harvard sugere, no entanto, que musculação e exercícios de resistência sejam adicionados à rotina para garantir uma maior proteção.

Os pesquisadores afirmaram que o estudo não é perfeito – entrevistaram apenas enfermeiras, em sua maioria de etnia caucasiana, e levaram em conta apenas os dados que as mulheres lhes passavam, sem poder checá-los.

No entanto, eles disseram que os resultados são compatíveis com outras pesquisas que analisaram esses quesitos em grupos de homens.

Eles acreditam que uma massa muscular mais desenvolvida funciona como um amortecedor contra diabetes.

Isso porque o diabetes do tipo 2 se desenvolve quando células que produzem insulina passam a funcionar mal ou quando a insulina produzida não age como deveria.

A insulina permite ao corpo usar o açúcar como energia e armazenar qualquer excesso nos músculos e no fígado.

Assim, o excesso de peso pode aumentar o risco de uma pessoa em desenvolver a doença.

De acordo com o instituto britânico Diabetes UK, se você está acima do peso, a cada quilo perdido, você, reduz o risco de ter esse tipo de diabetes em 15%.

"Apesar das limitações envolvidas, a pesquisa destaca a mensagem de que ter um estilo de vida saudável e ativo pode ajudar a reduzir o risco de se ter diabetes 2", disse o médico Richard Elliot, porta-voz do instituto.
"Temos certeza de que o melhor jeito de reduzir o risco desse tipo de diabetes é manter um peso saudável se alimentando de maneira saudável, com uma dieta balanceada e com atividade física regular. Agora no começo do ano, muita gente está em busca de maneiras de perder peso. Nossa recomendação é que encontrem uma atividade física que gostem, assim é mais fácil se manter motivado."

Fonte: Ig Saúde


Diabetes - Você sabe se corre risco de desenvolver ?

Diabetes - Você sabe se corre risco de desenvolver 

Saiba mais sobre diabetes e suas causas, e veja se você corre risco de desenvolver.

Hoje, no Brasil, há mais de 13 milhões de pessoas vivendo com diabetes, o que representa 6,9% da população. E esse número está crescendo. 

Em alguns casos, o diagnóstico demora, favorecendo o aparecimento de complicações. Pode ser que você ou alguém próximo tenha diabetes. Saiba mais e aprenda a conviver bem com a doença, transformando-a em mais um motivo para cuidar da saúde.


A diabetes tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controlar a taxa de glicemia.

Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar.

Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

A diabetes tipo 2, normalmente pode ser evitada com cuidados preventivos, como alimentação adequada e redução de peso. Se você é uma dessas pessoas que se assustam com números, não vai gostar dos números que virão a seguir!

Em 2014, pelo menos 350 milhões de pessoas viviam com diabetes. Em 2012, essa doença havia causado a morte de 1,5 milhão de pessoas, número que a Organização Mundial da Saúde calcula que aumentará em cerca de 50% nesta década.

A boa notícia é que, na grande maioria dos casos, medidas preventivas podem ser tomadas. Isso se dá porque a diabetes mais comum é a conhecida como tipo 2, que está associada ao peso e ao estilo de vida. Portanto, está nas nossas mãos fazer algo para afastar a ameaça da doença.

A diabetes tipo 2 pode começar discretamente, com sinais não muito óbvios, mas é importante conhecer os fatores de risco para se prevenir.

O que fazer?
Se você tem excesso de peso ou cintura muito larga, pode evitar ou atrasar a diabetes tipo 2 mantendo uma dieta saudável e sendo mais ativo fisicamente.

Estima-se que cada quilo adicional aumente o risco da doença em 16%.

Não foi comprovado que algum método de perda de peso específico seja mais efetivo do que outros.
Recomenda-se uma dieta rica em vegetais, com poucas calorias e muitas vitaminas e minerais, temperados com gorduras saudáveis como azeite de oliva, e acompanhados de nozes, castanhas e peixes.

As proteínas também são importantes. Entre as boas fontes estão carne sem gordura e não-processada, lentilhas, iogurte grego, ovos, grãos e, novamente, nozes, castanhas e peixes.

E frutas: ainda que as tropicais tenham muito açúcar, isso não quer dizer que precisem ser banidas.

Fazer exercício é essencial a uma boa saúde, mas atividades comuns contam: caminhar, limpar a casa, brincar com as crianças --qualquer coisa que faça você se movimentar ajuda a controlar seu peso e pode reduzir o nível de açúcar no sangue, pois contribui para que o corpo use insulina de forma mais efetiva.

Fonte:


Diabetes - Água alcalina ajuda no combate

o poder medicinal das ervas, plantas e frutas

Água alcalina ionizada ajuda no combate de diabetes

O hábito de tomar água é extremamente saudável. Porém, estudos científicos realizados em países como Japão e China apontam que, para este hábito tenha maior eficácia, a água precisa ter qualidade. 

A água precisa ser alcalina, ionizada, antioxidante, rica em magnésio e fonte poderosa de hidratação.


No Hospital de Jiling Congchun, China, foi realizado estudo duplo com 65 pacientes com diabetes e 50 pacientes com alteração no colesterol. Estes pacientes tomaram 2 litros de água alcalina ionizada por 2 meses, e ficou comprovada diminuição significativa da glicemia em 89% dos pacientes com diabetes. Além disso,  houve diminuição significativa do triglicerídeo e colesterol total em 92% dos pacientes.

Já no Japão, a Universidade de Hiroshima conduziu uma pesquisa com 100 pessoas que tomaram 2 litro de água alcalina diariamente. Foi encontrada melhora nos níveis de glicose, pressão arterial, colesterol total, Ldl (mau colesterol) e melhora significativa nos níveis de leptina - proteína que ajuda no controle do apetite e encontrada em altos níveis em pessoas obesas.

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Segundo o Dr. Júlio Bergmann, a água alcalina ionizada "pode ser um diferencial no tratamento de pacientes com diabetes". O médico destaca que, aliada a uma dieta e rotina adequada de medicação, a água alcalina ionizada pode fazer grandes efeitos. “Estes pacientes devem continuar usando as suas medicações, bem como fazer atividade física e dieta conforme a orientação de seus médicos.

Os primeiros estudos mostraram que a água alcalina pode ter um papel importante na vida dos pacientes diabéticos, conclui.

A água alcalina ionizada, além de balancear os níveis de acidez no corpo, também possui a característica de ser enriquecida com magnésio. 

Segundo a OMS, baixos níveis de magnésio estão associados a disfunção endotelial, aumento da resistência vascular, aumento da proteína C, reativa e diminuição da sensibilidade á insulina. 

A deficiência crônica de magnésio está associada ainda à hipertensão, doença coronariana, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica.


Fonte: Instituto Lado a Lado Pela Vida



Diabetes - Metade dos portadores não sabem que têm

o poder medicinal das ervas, plantas e frutas

Diabetes - O que é?

A doença se caracteriza por uma elevação dos níveis de glicose no sangue, causada pela falta de produção do hormônio insulina no pâncreas ou pela perda da eficiência da ação de insulina em pessoas com excesso de gordura no corpo.

A insulina transporta a glicose para dentro das células e permite a sua transformação em energia para o funcionamento equilibrado do organismo.

Quando não controlado, o aumento de glicose no sangue pode levar a danos nos vasos sanguíneos e nervos, acarretando em complicações como disfunção e falência de órgãos como rins, olhos e coração.

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Tipos e Causas

Diabetes tipo 1


O sistema imunológico atinge o pâncreas, destruindo as células responsáveis pela produção do hormônio insulina.

Diabetes tipo 2

Responsável por 90% dos casos de diabetes, esse tipo está associado ao ganho de peso. Frequente em pessoas com mais de 40 anos, acontece porque o acúmulo de gordura abdominal dificulta a ação da insulina.

Diabetes Gestacional

Ocorre no período da gravidez por conta dos hormônios produzidos pela placenta. Após o parto a maioria dos casos se reverte.

Fatores de risco

Familiares com diabetes, alteração dos níveis de glicose, acúmulo de gordura abdominal, obesidade e sobrepeso, pressão arterial elevada, sedentarismo e alimentação com baixa ingestão de frutas, verduras e legumes.

Incidência

No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença afeta 12% da população entre 30 e 69 anos. Na população com mais de 65 anos, esse índice sobe para 18% das pessoas.

No mundo todo, mais de 240 milhões de pessoas são portadoras de diabetes. Estima-se que 10% tenham o tipo1, que acomete principalmente jovens no início da fase adulta. Já o tipo 2, forma mais comum da doença, se desenvolve em pessoas com excesso de tecido gorduroso. A diabetes gestacional ocorre em até 5% das mulheres grávidas.

Sinais e Sintomas

A maioria dos pacientes não apresenta sintomas no início do diabetes, por isto pessoas com fatores de risco devem realizar exames de sangue periódicos para avaliar se apresentam a doença. A estimativa é que 50% das pessoas não sabem que têm a doença. Por isso, o acompanhamento regular com um médico é essencial para o diagnóstico precoce.

Quando os níveis de glicose estão extremamente elevados, pode ocorrer vontade frequente de urinar, sede e fome em excesso, fadiga, alterações na visão, mudanças de humor, náuseas e vômitos, fraqueza, perda de peso, dores nas pernas, infecções repetidas na pele, machucados que demoram a cicatrizar, formigamento ou sensação de dormência, principalmente nos pés.

Diagnóstico

É feito por um teste simples para detectar os níveis de glicose no sangue. O nível normal de glicose no sangue é abaixo de 100 mg/dl. Se os níveis de glicose se encontram entre 100 e 127 mg/dl, existe alto risco de desenvolver diabetes, por isto esta situação pode ser denominada pré-diabetes. Se a glicemia estiver acima de 127 mg/dl em 2 exames diferentes ou acima de 200 mg/dl após consumo de carboidratos, é diagnosticado o diabetes.

Tratamento

Pacientes com o tipo 1 de diabetes, também chamado de insulinodependente, precisam fazer reposição diária de insulina.

Para os portadores do tipo 2 o tratamento é feito por meio de comprimidos tomados via oral que atuam na melhora da resposta das células à insulina, no estímulo da secreção (produção e liberação) de insulina pelo pâncreas, na redução da absorção de glicose pelo intestino ou no aumento da eliminação de glicose pela urina. Atualmente, existem medicamentos injetáveis que imitam o efeito de hormônios intestinais melhorando a fabricação de insulina e auxiliando a redução de peso.

Após 10 anos de diagnóstico, é comum a necessidade de uso de insulina nos portadores de diabetes tipo 2.

Nos casos de diabetes na gestação, geralmente uma dieta equilibrada e exercícios físicos são suficientes para o controle dos níveis de glicose. Nos casos em que o controle não é possível com dieta e atividade física, podem ser indicadas injeções de insulina.

Independente do tipo de diabetes, o fundamental é a adoção ao tratamento aliada a hábitos saudáveis, como controle da alimentação, prática regular de atividades físicas e controle constante da glicemia.

Prevenção

O primeiro passo é observar a presença dos fatores de risco que podem ser modificados, como o excesso de peso, o aumento da gordura abdominal, o sedentarismo e a dieta desequilibrada.

A redução de 5% do peso corporal associada à pratica de 150 minutos de atividade física por semana reduzem a ocorrência de diabetes em 58% nas pessoas com alto risco. O principal aliado é um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada, atividade física regular e acompanhamento médico periódico.

Fonte: einstein.com


Diabetes tipo 2 - 10 coisas que você precisa saber

o poder medicinal das ervas, plantas e frutas

O diabetes tipo 2 caracteriza-se pela produção insuficiente de insulina, pelo pâncreas, ou pela incapacidade do organismo de utilizar a insulina produzida de forma eficiente.

 É mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação. Porém, vem crescendo o número de diagnósticos do tipo 2 em indivíduos mais jovens.

Confira 10 coisas que você precisa saber sobre o diabetes tipo 2:



1. O número de casos de diabetes tipo 2 vem aumentando nas últimas décadas, em decorrência do aumento do sedentarismo e piora dos hábitos alimentares que caracterizam a vida urbana moderna, levando a consequentes excesso de peso e obesidade.

2. O DM2 (DM2 = Diabetes Melitos-2) manifesta-se apenas em pessoas geneticamente susceptíveis, de modo que ter familiares com diabetes já é um fator de risco para desenvolver a doença. 

3. O diagnóstico de diabetes é feito utilizando valores de glicemia de jejum (maior ou igual a 126 mg/dl em duas ocasiões) ou após a ingestão de uma quantidade específica de glicose (colhendo-se a glicemia 2 horas depois com valor maior ou igual a 200 mg/dl).

4. Em glicemia aleatória colhida em qualquer momento um valor maior ou igual a 200 mg/dl, na presença dos sintomas clássicos também confere o diagnóstico de diabetes.

5. O desenvolvimento do DM2 ocorre ao longo de anos e pessoas com valores de glicemia de jejum entre 100 e 125 mg/dl e/ou entre 140 e 199 mg/dl são diagnosticadas como portadoras de pré-diabetes. Estes valores já não são mais normais, porém não são tão elevados para classificar o indivíduo como diabético.


6. Quem tem pré-diabetes não apresenta os sintomas clássicos de diabetes: aumento da sede, do volume urinário e perda não explicada de peso. No entanto, já possui maiores chances de apresentar problemas graves de saúde como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral. 

7. As mudanças de estilo de vida são o primeiro passo para redução do peso corporal e controle dos valores da glicemia. Reduzir as atividades sedentárias e aumentar a atividade física programada (tais como caminhada, corrida, natação) ou espontânea (por exemplo, subir escadas, não utilizar o carro para percorrer pequenas distâncias) é fundamental.

8. A mudança na alimentação não deve ser realizada utilizando como base dietas da moda. É necessário reduzir a ingestão calórica, o consumo de carnes gordas e embutidos, aumentar o consumo de fibras, com o aumento de grãos integrais, leguminosas hortaliças e frutas e limitar a ingestão de bebidas e comidas açucaradas. 

9. Embora haja evidência de uma relação entre bactérias intestinais e obesidade com suas alterações metabólicas, até o momento não há nada conclusivo para se recomendar mudanças alimentares baseadas nestes achados.

10. O DM2 é caracterizado por uma combinação de resistência à ação da insulina e deficiência na produção deste hormônio, além de alterações na resposta incretínica intestinal. o DM2 é o tipo mais comum de diabetes, correspondendo a 95% dos casos no mundo

Fonte:SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia)
endocrino.org.br


Diabetes - Folhas Verdes Ajudam a Controlar

diabetes - folhas verdes ajudam a controlar


Pesquisa revela que consumir folhas verdes reduz o risco de diabetes

De acordo com dados da  Organização Mundial da Saúde (OMS,) mais de 230 milhões de pessoas em todo o mundo são afetadas pelo diabetes tipo 2, a forma mais comum da doença.
A adoção de uma dieta rica em açúcar e gordura, aliada ao sedentarismo, colabora para que o aparecimento da diabetes tipo 2 seja cada vez mais frequente.
Uma pesquisa desenvolvida pelo British Medical Journal (BMJ) na Inglaterra investigou a relação entre o consumo de vegetais e frutas e o diabetes tipo 2. Os pesquisadores descobriram que o consumo de folhas verdes, como o espinafre, colaborou para reduzir o risco de diabetes.
De acordo com a pesquisa inglesa, ingerir uma ou meia porção de folhas verdes poderia reduzir o risco de desenvolver diabetes em cerca de 14%. Isto porque esses alimentos possuem substâncias importantes, como o magnésio e antioxidantes
Os pesquisadores alertam que é preciso desenvolver mais estudos a respeito do tema para confirmar as descobertas.
É importante lembrar que a prática de atividade física e uma alimentação saudável são indispensáveis para garantir uma maior prevenção do diabetes.



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