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Perder peso dormindo - Isto é mesmo possível

Perder peso dormindo - Isto é mesmo possível
Perder peso dormindo - Estudos dizem que sim , é possível!

Se a questão é controlar o peso, normalmente recorremos a dietas e exercícios. Mas estudos científicos sugerem que, se o objetivo é reduzir as calorias, também devemos prestar atenção na quantidade de sono.

Uma pesquisa recente da universidade britânica King's College London revisou dezenas de pequenos estudos sobre a relação entre uma boa noite de sono e o apetite.

Embora nem todos sejam afetados da mesma maneira, a pesquisa conclui que, em geral, dormir menos de sete horas por noite leva as pessoas a comerem muito mais.

O programa da BBC Trust me, I'm a doctor ("Confie em mim, sou médico", em tradução livre para o português), realizou um pequeno experimento com quatro pessoas para testar essa teoria.

Confira quantas horas você precisa dormir de acordo com sua idade
O teste mostrou que os três voluntários que tiveram o sono interrompido diversas vezes durante a noite, graças a um bebê de brinquedo pré-programado para chorar regularmente, comeram mais do que o habitual no café da manhã e/ou escolheram alimentos menos saudáveis.

Em contrapartida, o voluntário sortudo que dormiu bem fez sua refeição como de costume.

Por quê?

Segundo os pesquisadores, uma noite de sono interrompido afeta dois hormônios-chave relacionados à fome.

Uma boa noite de sono pode ajudar a enfrentar melhor os dilemas de alimentação cotidianos
Por um lado, gera um aumento do hormônio grelina, que estimula determinados neurônios hipotalâmicos, provocando um aumento do apetite.

Por outro, suprime um hormônio chamado leptina, que normalmente emite um sinal que informa ao hipotálamo que o corpo já tem reservas suficientes, ou seja, que estamos saciados, e o apetite deve ser inibido.

Além disso, alguns estudos sugerem que, quando somos expostos à comida em um estado de privação do sono, há uma ativação maior em áreas do cérebro associadas com recompensa.

O surpreendente lado ruim de ser bonito

Isso pode fazer com que escolhamos alimentos com maior teor de açúcar e gordura, ao invés de outras opções mais saudáveis.

Todos esses fatores ajudam a explicar por que, a longo prazo, existe uma forte ligação entre dormir mal, aumento de peso e outros problemas de saúde, como diabetes tipo 2.

Assim, a recomendação dos médicos do programa da BBC é que, se você tem problemas para manter o peso ou para resistir à tentação de alimentos menos saudáveis, considere aumentar suas horas de sono.

Pode ser uma forma fácil, barata e agradável de fazer a diferença na dieta.



Cirurgia bariátrica: Saiba mais sobre os mitos e verdades sobre a redução de estômago

Cirurgia bariátrica: Saiba mais sobre os mitos e verdades sobre a redução de estômago

Entenda como funciona o procedimento para perder peso a que André Marques e Leandro Hassum se submeteram.

André Marques e Leandro Hassum são os exemplos mais recentes de famosos que surpreenderam pela transformação drástica da silhueta: o apresentador perdeu cerca de 70kg ao longo de um ano e o humorista está 32kg mais magro. O que eles têm em comum, além do recém-conquistado físico, é que ambos recorreram à cirurgia bariátrica ou metabólica, também conhecida como cirurgia de redução do estômago. 

Hoje, o eterno Mocotó exibe orgulhoso seu tanquinho nas redes sociais, enquanto Hassum - que foi incentivado pelo colega a realizar a operação -, aos 41 anos, já falou sobre as vantagens da circunferência menor, como conseguir amarrar o próprio sapato.



No Brasil, o índice de obesos entre as pessoas acima de 18 anos está na casa dos 18%, o que corresponde a mais de 37 milhões de brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. Outra estatística que cresce é a dos indivíduos que procuram a cirurgia bariátrica: somente entre 2003 e 2010, o número de operações subiu de 16 mil para 60 mil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, incluindo os atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). Mas a cirurgia de redução do estômago ainda levanta muitas dúvidas e desconfianças sobre quem pode ou deve recorrer a esse tipo de procedimento, quais são os riscos envolvidos e a possibilidade de voltar a engordar após um tempo. Confira abaixo alguns mitos e verdades sobre o procedimento:

Estou acima do peso e já tentei de tudo: posso fazer a cirurgia?
MITO. A opção pela cirurgia bariátrica deve partir, é claro, do acordo entre médico e paciente de que as tentativas de mudança de hábitos - adoção de uma dieta equilibrada e rotina de exercícios - e até o uso de remédios emagrecedores não estão surtindo efeito no tratamento da obesidade. Ainda assim, como explica o integrante da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Marcus Dantas, para ser candidato à cirurgia é preciso ter IMC (Índice de Massa Corporal) igual ou maior que 40kg/m² há dois anos, ou acima de 35kg/m², no caso de indivíduos que apresentem complicações como diabetes, hipertensão arterial e apneia do sono.

Em 2012, o Ministério da Saúde reduziu a idade mínima para realizar a cirurgia pelo SUS de 18 para 16 anos, havendo a necessidade de indicação e consentimento por parte da família ou do responsável legal. Já para pessoas acima de 65 anos, recomenda-se umaavaliação individual que leve em consideração o risco cirúrgico, a expectativa de vida e os benefícios do emagrecimento. O estado psicológico do paciente e possíveis transtornos alimentares devem ser avaliados e tratados previamente, segundo o gastroentereologista Jorge Hage Zbeidi, que também destaca a importância do comprometimento individual. "Pacientes que não tenham bom entendimento da cirurgia e disposição a aderir ao tratamento estão contraindicados a serem submetidos ao procedimento. É preciso saber que a cirurgia irá mudar o dia-a-dia dessa pessoa."

Posso precisar perder alguns quilos antes de me submeter à cirurgia
VERDADE. Muitas pessoas já ouviram falar do balão intragástrico sem, no entanto, conhecer muito sobre a cirurgia bariátrica. Trata-se de um procedimento não-cirúrgico realizado por endoscopia como parte do pré-operatório que visa diminuir a capacidade gástrica e promover a saciedade. É indicado para pacientes com super obesidade, isto é, IMC acima de 50kg/m² e por um período de até seis meses. Perder um pouco de peso pode ser um dos procedimentos pré-operatórios indicados, juntamente com uma avaliação clínico-laboratorial - com aferição da pressão arterial, dosagens da glicemia, lipídeos sanguíneos e avaliação das funções hepática, cardíaca e pulmonar - e endoscopia digestiva e ecografia abdominal.

Existem várias técnicas diferentes do procedimento
VERDADE. A cirurgia bariátrica divide-se entre as de tipo restritivo, aquelas que reduzem o tamanho do estômago e, consequentemente, a ingestão de alimentos; as disabsortivas, que  promovem um desvio no trânsito intestinal, diminuindo a capacidade de absorção de alimentos; e as mistas. Entre as técnicas mais comuns estão a gastrectomia vertical ou Sleeve, que reduz o estômago, e a gastroplastia em Y de Roux ou By-pass, que também atua sobre o intestino. "Os resultados são comparáveis entre as técnicas, no entanto, dependendo do perfil do paciente, em especial da presença de doenças associadas à obesidade, uma técnica pode ser a mais indicada do que a outra", explica Marcus Dantas, cirurgião geral especialista em cirurgias da obesidade.

O risco de anemia e déficit nutricional é comum entre os pacientes
VERDADE. Os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica têm maior chance de desenvolverem complicações nutricionais, como anemia por deficiência de ferro, vitamina B12, ácido fólico, vitamina D e cálcio e até desnutrição. Quanto mais disabsortiva for a cirurgia, mais difícil se torna a absorção e mais importante passa a ser o acompanhamento profissional com o objetivo de elaborar uma dieta adequada, incluindo suplementos vitamínicos. "As cirurgias disabsortivas são, atualmente, uma exceção, exatamente pelos problemas metabólicos e nutricionais que podem causar. Hoje, não representam nem 3% das cirurgias realizadas no mundo, e estão reservadas para casos mais graves, em pacientes super-obesos e com graves problemas associados", explica o cirurgião.
Entenda os mitos e verdades sobre a cirurgia bariátrica

A cirurgia plástica pós-bariátrica é um procedimento indispensável
PARCIALMENTE MITO. A cirurgia plástica pode ser necessária no caso de alguns pacientes que se submetem à cirurgia bariátrica quando a perda de peso chegou no seu ponto máximo. " Os pacientes geralmente perdem mais de 20kg, dificilmente não fica pele excedente, então é raro a cirurgia plástica ser dispensada", afirma Naila Alves, cirurgiã plástica especialista em reconstrução pós-bariátrica. De acordo com Marcus Dantas, o tempo recomendado para a realização do procedimento após a bariátrica varia de paciente para paciente, mas costuma ser de 18 meses.

De acordo com o cirurgião plástico Marco Cassol, algumas pessoas não se sentem completamente confortáveis em seu corpo depois da cirurgia de redução de estômago. “É muito comum, depois da bariátrica, o paciente nos procurar porque o 'avental' - dobra de pele que se forma na região do abdômen - está incomodando ou ele não consegue usar uma roupa ou estar no convívio social”, conta. Nesses casos, a abdominoplastia e a lipoaspiração.são as mais procuradas.

A cirurgia bariátrica ajuda a reduzir o risco de doenças graves
VERDADE. Os benefícios da cirurgia bariátrica, além da perda de peso, incluem a melhora no quadro doenças associadas à obesidade, como diabetes e hipertensão arterial, o aumento da longevidade e a elevação da qualidade de vida. Alguns estudos que já estão sendo conduzidos também apontam para possíveis efeitos positivos da cirurgia para a redução dos riscos de desenvolver a doença de Alzheimer. "Existe uma teoria que sugere que a doença é decorrente de uma falta de oxigenação crônica do cérebro. A obesidade severa induz também a hipoxigenação cerebral, de forma que, uma vez tratando a obesidade, há melhor oxigenação cerebral e, portanto, menor chance de desenvolvimento da doença", explica Marcus Dantas.

Não vou precisar fazer dieta nunca mais
MITO. "Voltar a ganhar peso após a cirurgia é uma possibilidade real. Para evitar isso é preciso acompanhamento multidisciplinar (cirurgião, psicólogo e nutricionista) no pós-operatório", aponta Jorge Hage Zbeidi. Além disso, o paciente precisa realmente estar consciente da necessidade de uma mudança de hábitos, adotando uma alimentação mais saudável e menos calórica e praticando atividade física regularmente. "Os resultados insatisfatórios, seja por perda insuficiente de peso, seja por reganho de peso, são pouco frequentes. Geralmente estão relacionados a acompanhamento pós-operatório irregular ou hábitos de vida inadequados", reforça Marcus Dantas.

É recomendável esperar um tempo após a cirurgia para tentar engravidar
VERDADE. Embora a obesidade esteja relacionada à gravidez de risco e, após o emagrecimento haja uma melhora da fertilidade, não é indicado que a gestação ocorra logo após a realização de uma cirurgia de redução de estômago. "Recomenda-se que só ocorra após dois anos", afirma Marcus Dantas.

Fonte: Ig saúde


Dicas para emagrecer - Reduzir a barriguinha não é só questão de estética

aliados da saúde
Dicas para emagrecer - Reduzir a barriguinha não é só questão de estética

Preocupar-se com o excesso de gordura abdominal - ou a indesejada "barriguinha" - não é apenas uma questão de estética, mais também de saúde!

Nessa situação tentar emagrecer significa mais do que "fazer as pazes" com o espelho. É também uma forma de prevenir doenças como as que atingem o coração.

Quando uma pessoa tem casos de doença cardiovascular na família, a gordura na região da barriga acima de certo limite é um risco ainda maior. Em média, homens com mais de 90 centímetros de circunferência abdominal e mulheres com mais de 80 centímetros, mesmo sem estar muito acima do peso, devem estar mais atentos a possíveis problemas.


Considerando que seguir uma dieta equilibrada é uma das melhores estratégias para ajudar a diminuir a gordura no abdômen, elaboramos sete dicas bem simples para você tentar alcançar esse objetivo. O melhor de tudo é que elas são fáceis de colocar em prática, podendo fazer parte dos seus hábitos já a partir da próxima refeição. 

Dicas para quem quer emagrecer:

1 - Ajude o bom funcionamento do intestino:
Aproveitar melhor os nutrientes de cada alimento é um modo de tornar o organismo mais saudável e alcançar a boa forma. Uma das estratégias para isso é a adoção de uma dieta que auxilie no funcionamento do intestino. Nesse aspecto, entre os alimentos mais indicados estão os que contêm fibras insolúveis, como as presentes no farelo de trigo não processado ou farelo de arroz, cereais integrais, pão integral, ervilha, vagem, nozes, raízes como batata e cenoura, espinafre, maçã e laranja. Iogurtes com probióticos - as "bactérias do bem" - também melhoram a saúde do intestino.

2 - Capriche na ingestão de cálcio:
O leite é a melhor fonte do mineral. Se você não gosta da bebida pura, uma ideia é tomá-la batida com frutas. O cálcio também é obtido no queijo branco (de preferência, os que têm baixo índice de gordura), nos iogurtes e nas bebidas lácteas fermentadas. "O cálcio acelera o metabolismo e contribui para a queima de gordura", destaca Mariana.


3 - Não exagere nos alimentos que estufam:
Frituras, linguiça, presunto, salame e salsicha levam à formação de gases e estufam a região intestinal. É bom ir devagar com eles.

4 - Valorize alguns alimentos diuréticos:
Eles reduzem a retenção hídrica e diminuem o inchaço. Entre esses alimentos, você encontra o suco de limão, de melancia e de morango, além da abóbora, agrião, beterraba, cenoura, escarola, folhas de beterraba, repolho, salsinha, tomate, broto de feijão e pepino.

5 - Evite o excesso de gordura: 
Embora todo mundo já esteja cansado de saber que em excesso a substância faz mal, é sempre bom lembrar. O consumo de fibras recomendado no primeiro tópico, aliás, é um dos fatores que ajudam a digerir melhor a gordura.

6 - Controle a ingestão de sódio:
A substância atrai líquidos do organismo e promove o inchaço. Além disso, em excesso, aumenta as chances de problemas como pressão alta, entre outros. Vale lembrar que o sódio não está apenas presente no sal. Ele entra na fórmula de grande parte dos alimentos processados industrialmente, sejam salgados ou doces, tais como certos cereais, biscoitos, pipoca, batata chips e embutidos em geral, como salsicha e mortadela. Alguns alimentos industrializados de sabor doce podem conter sódio, já que o elemento também é usado para maior conservação dos produtos.

7 - Trate o potássio como um aliado:
Salvo se você tem problemas de saúde que justifiquem a moderação na ingestão de alimentos ricos no mineral, o consumo de boas fontes de potássio é ótimo. No organismo, ele regula a quantidade de sódio e auxilia na queima de gordura abdominal. São boas opções damasco, tâmara, amêndoa, castanha-do-pará e melão.

Fonte: tuasaude

Quer perder peso - Cuidado com as calorias líquidas

Quer perder peso - Cuidado com as calorias líquidas
Dependendo do que a pessoa consome, a bebida pode representar até 50% do valor calórico de toda a refeição

Apenas uma lata de refrigerante normal por dia acresce 1050 calorias à semana, o equivalente a quatro hambúrgueres!

Quem gosta de controlar a alimentação, precisa tomar cuidado com o que os especialistas chamam de calorias invisíveis. Concentradas naquilo que você bebe, ganharam esse nome porque são frequentemente ignoradas por quem está fazendo dieta.

“As pessoas se preocupam com aquilo que comem e não atentam ao que estão colocando no copo. Daí a dieta não dá certo e elas não sabem por quê”, diz a nutricionista funcional Maria Angelina Souza, de Santa Catarina. O site Aliados da Saúde, pesquisou este post para você que está enfrentando problemas para controlar seu peso. Leia com atenção!


Uma lata de refrigerante contém, em média, 150 calorias. Se uma pessoa tomar uma por dia, na hora do almoço, por exemplo, terá acrescido 1050 calorias à semana, o equivalente a quatro hambúrgueres. “Dependendo do que a pessoa consome, a bebida pode representar até 50% do valor calórico de toda a refeição”, alerta a nutricionista Denise da Motta, de São Paulo.


E os refrigerantes não são os únicos vilões. Suco de frutas em excesso, principalmente os de caixinha, além de serem ricos em conservantes, têm muitas calorias. Um copo de suco de laranja de caixinha, por exemplo, tem em média 140 calorias.

“No entanto, o natural têm fibras, que reduzem o valor calórico e são benéficas ao organismo”, afirma Angelina. “O melhor mesmo é comer uma laranja. Assim é possível aproveitar todas as fibras e reduzir a ingestão calórica”, recomenda Denise.

A opção totalmente saudável e light indicada pelas especialistas é a água, que pode até ser com gás. Para quem acha a escolha sem graça, Denise dá outras duas opções: suco de limão ou de maracujá. 

Confira quantas calorias você pode estar ingerindo a mais por dia, sem perceber, de alguns produtos que podemos consumir normalmente (valores aproximados):
  • 1 lata (350ml) de refrigerante light => 1,5 kcal
  • 1 xícara (50ml) de café preto com açúcar => 33 kcal
  • 1 copo (240ml) de suco natural de acerola => 36 kcal
  • 1 copo (240ml) de água de coco => 62kcal
  • 1 copo (240ml) de suco de abacaxi natural => 100 kcal
  • 1 copo (240ml) de suco de maçã natural => 154 kcal
  • 1 copo (240ml) de caldo de cana => 202 kcal
  • 1 taça (125ml) de vinho tinto seco => 107 kcal
  • 1 frasco (473ml) de energético => 109 kcal
  • 1 lata (350) de refrigerante comum => 150 kcal
  • 1 lata de cerveja (350ml) => 147 kcal
  • 1 dose (100ml) de uisque => 240 kcal


Mais eficiente

Quando o assunto é perda de peso, cortar os líquidos pode ser mais eficaz do que diminuir a quantidade de alimento. É o que diz um estudo realizado pelo Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, nos Estados Unidos. 

Os pesquisadores descobriram que reduzir apenas uma porção do consumo de bebidas açucaradas, como refrigerante ou sucos artificiais, pode emagrecer meio quilo em seis meses. Ao reduzirem as mesmas calorias em alimentos, o emagrecimento foi cinco vezes menor no mesmo período.




Como Emagrecer com equilíbrio



Dieta sempre foi sinônimo de fechar a boca e de abrir mão das guloseimas, principalmente, massas e doces. Apesar de ainda seguido pela maioria das pessoas, esse modelo de regime não é o mais indicado.

Segundo especialistas, o sucesso para colocar mesmo em prática o verbo emagrecer não está apenas no que se consome, mas na quantidade do que é ingerido. Além, claro, do ingrediente paciência.


A busca pelo corpo perfeito em um curto espaço de tempo é o que leva boa parte dos brasileiros a adotar dietas radicais, muitas vezes da moda. Apesar de levarem à perda rápida de peso, esses regimes não surtem efeito em longo prazo e a pessoa volta facilmente a engordar. "O problema dessas dietas é que elas restringem a ingestão de grupos de alimentos, como proteínas, carboidratos e gorduras", afirma dr. Simão Lottenberg, endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein.

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A restrição total de carboidrato na alimentação, por exemplo, deve ser completamente evitada. O nutriente é o que dá energia para as atividades do organismo. Ele é o responsável por aquela sensação de saciedade. Já as dietas que restringem gorduras causam aumento excessivo no consumo de carboidratos. Quando o nutriente retirado da alimentação é a proteína, ocorre deficiência na fabricação dos tecidos do organismo. As proteínas têm a função de reparar os tecidos danificados.

Reeducação alimentar 
Mas, em um país no qual cerca de 40% da população está com sobrepeso, o que fazer para evitar a adoção das chamadas dietas milagrosas? "Apesar de repetitivo, o velho discurso de reeducação alimentar ainda é a melhor forma – e a mais saudável – de perder peso", garante o dr. Simão.
Como o próprio nome diz, reeducação alimentar é um processo de aprendizagem no qual a pessoa, além de conhecer melhor os alimentos, passa a selecioná-los de forma saudável. O próprio hábito de comer também passa por mudanças, uma vez que é preciso controlar horários e, principalmente, a ansiedade em não atacar a geladeira. Conheça algumas regras da reeducação alimentar:
* Corrija, aos poucos, sua atitude em relação aos alimentos;
* Tenha paciência, pois não é saudável emagrecer do dia para a noite;
* Não exclua, de repente, um alimento: aprenda quando e quanto pode consumi-lo;
* Determine horário para as refeições;
* Substitua doces gordurosos por frutas frescas;
* Controle a ansiedade fazendo atividade que desvie sua atenção da comida;
* Beba bastante água;
* Faça pratos coloridos, com verduras e legumes.
Para Simão Lottenberg, o grande problema do brasileiro é adotar os hábitos alimentares dos americanos. "Seria bem melhor se ele continuasse a comer o velho arroz com feijão", diz. Vale lembrar que até mesmo a reeducação alimentar deve levar em conta a predisposição da pessoa em engordar, a idade e seu metabolismo. "A reeducação alimentar permite recaídas, ela não é uma linha reta e sim uma espiral. É necessário, apenas, que a pessoa tenha consciência e força de vontade em sempre retomar os hábitos saudáveis", acrescenta.
A nutricionista Odete Sanches, alerta para que, antes de iniciar uma dieta, seja levada em consideração a composição corporal (o que é gordura e o que é músculo) e as atividades praticadas diariamente, antes de definir o cardápio. "E para prevenir o efeito sanfona e garantir a ingestão de todos os nutrientes necessários, recomendo seguir a conhecida pirâmide alimentar adaptada às necessidades individuais. Também é importante verificar a composição dos alimentos prontos, nas embalagens, e evitar excesso de gordura saturada e trans", ensina Odete.
Fonte:  Hospital Israelita Albert Einstein


Câncer de bexiga afeta mais os homens no Brasil


Câncer de bexiga afeta mais os homens no Brasil

Durante a cobertura do Instituto Lado a Lado pela Vida sobre o VI Congresso Internacional de Uro-Oncologia, uma das palestras sobre o câncer de bexiga, chamou a atenção para um dado: os homens são os principais pacientes deste tipo de tumor.

A oncologista Carina Meira Abrahão, destacou que este tipo de câncer é o segundo tumor urológico mais frequente e o quarto com maior incidência no público masculino.

Em 2014, no Brasil, foram diagnosticados 8.940 casos, sendo que 6.750 em homens e 2.190 em mulheres.


“O tratamento deste tipo de câncer é multidisciplinar e pessoas na faixa etária dos 50 aos 70 anos são os principais pacientes, devido ter passado mais tempo expostos aos fatores de risco da doença, onde o principal deles é o tabagismo”, explica a oncologista.
Segundo a médica, pessoas fumantes têm quatro vezes mais chances de desenvolver este câncer sobre os indivíduos não fumantes. Isso acontece porque o fumante inala uma substância chamada carcinógeno, que circula pelo sangue até chegar na urina, e é filtrado pelo rim. “Outro fator de risco em destaque são pessoas que mantém em seu dia a dia contato com produtos químicos e orgânicos. Pintores, por exemplo, estão mais vulneráveis a este câncer”, orienta.

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Conheça os principais sinais e sintomas da doença:

- Urgência miccional (Urina mais vezes, e estão sempre "apertados")

- Perda de peso

- Dores abdominais

- Queda no estado geral da saúde

O diagnóstico do câncer de bexiga acontece após uma avaliação do histórico clínico do paciente, além de exame de urina tipo 1 e também um exame chamado de cistoscopia e a biópsia. A cistoscopia é um exame que avalia a parede da bexiga, sendo considerado o principal exame para diagnosticar o câncer de bexiga.

A oncologista destaca que a maior parte dos tumores são descobertos no início. “70% dos casos são diagnosticados no começo da doença e 60% dos casos progridem para uma doença músculo invasiva, que pode desenvolver metástase em até 2 anos após o diagnóstico”.

Sobre a metodologia do tratamento, isso vai depender de diversas variáveis do paciente. Entre as opções existem a imunoterapia e opções cirúrgicas. “É preciso sempre se lembrar da qualidade de vida do paciente e a melhoria da sobrevida dele”, destaca Carina, que indica tratamento multiprofissional para estes pacientes. “É preciso contar com o suporte nutricional e fisioterapia durante tratamento pós-cirúrgico, não só apenas a consulta com o oncologista”, finaliza.

Fonte: Instituto Lado a Lado pela Vida


Dieta: 5 mentiras que não ajudam a emagrecer


Dieta: 5 mentiras que não ajudam a emagrecer

Circulam muitos mitos sobre o que engorda ou não. Alguns estão na base de dietas infundadas. Se pretende começar uma dieta para perder peso, esqueça os milagres. Desmontamos 5 mitos comuns.

1. Para perder peso, nada de açúcar 

Os açúcares simples, como a sacarose e os produtos que a contêm - doces, bebidas açucaradas, por exemplo - são calorias “vazias”, ou seja, sem nutrientes importantes, e devem ser eliminadas da dieta. Já os hidratos de carbono, ou açúcares complexos, fornecem calorias, mas também nutrientes como amido, fibra, vitaminas e minerais de que o nosso corpo não pode prescindir. Por isso, não podem ser ignorados numa dieta equilibrada, mesmo com redução de calorias.
2. Beber água às refeições engorda 

A água não faz perder nem ganhar peso, porque não contém calorias. Beber água entre as refeições pode ajudar a "enganar" a fome, pois preenche momentaneamente o estômago. A afirmação "beber água às refeições engorda" carece de prova. Mas se comer depressa demais, sem mastigar bem os alimentos, tem tendência a comer mais. A sensação de saciedade, que põe fim à vontade de comer, só é ativada algum tempo depois do início da refeição. Assim, se comer muito depressa, já terá ingerido mais do que o necessário quando este mecanismo for acionado.
É aconselhado beber no mínimo um litro de água por dia para uma boa hidratação e evitar assim problemas como prisão de ventre ou pedras nos rins. Este conselho nada tem a ver com perda de peso.
3. Não coma fruta à noite 

Não há explicação científica que justifique esta afirmação. Os nutricionistas recomendam o consumo de cinco porções de frutas e de legumes durante o dia, por isso, é normal reservar alguns para o jantar. Como o jantar deve ser leve, estes alimentos são muito apropriados.
4. Se é light não engorda 

É verdade que a maioria dos produtos light tem menos calorias do que o seu equivalente original. Mas optar por estes produtos pode ser contraproducente se forem consumidos em excesso.
É também importante lembrar que uma dieta para perder peso se baseia sobretudo em produtos frescos.
5. Transpirar emagrece 

Ao transpirar de forma intensa não só perde água, como sais minerais. E não convém abusar. Transpirar não é uma solução válida para perder peso, dado que ao beber recupera os líquidos perdidos. O que emagrece é o exercício. Se recorrer à sauna, só perde água e sais.


Emagreça com saúde e combine hábitos alimentares saudáveis com exercício físico regular. O peso recomendado para cada um, depende das características do corpo, da idade, do estado de saúde e do estilo de vida. 

Acima de tudo, evite ingerir mais calorias do que as que gasta nas atividades diárias.

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